Blog do Alê Moreno


Os Bastidores do CEV…


Balanço: Abril 2011

E lá se foi mais um Abril na história do CEV.
Foram exatos 117.477 visitantes, mantendo o volume registrado no mês passado (-5%) e praticamente igualando a marca de 2010 (117.316 visitantes em Abril de 2010).

Também tivemos, nesse mês que passou, 431 novos cevnautas. Já no Twitter, temos 1.028 seguidores e no Facebook 258 Fãs.

Que venha Maio, mês historicamente complicado para o CEV! ;-)

Balanço: Março 2011

O CEV cresceu. ;-)
Março confirmou uma tendência de crescimento do CEV, com mais de 127 mil visitantes. Um crescimento superior a 35% em relação ao (bom) mês passado.

Isso tudo com um Carnaval no meio.

Também tivemos, nesse mês que passou, 432 novos cevnautas. Outros números que merecem comemoração: Já são 124 comunidades, com um total 6.6 mil debates. E uma Biblioteca com mais de 25 mil itens.

Já no Twitter, batemos os 1000 seguidores.
Falando nisso, conhecem a página do CEV no Facebook? É por aqui… http://www.facebook.com/cevnauta

Balanço: Fevereiro 2011

E lá se foi o primeiro bimestre do ano.

Fevereiro foi bom para o CEV. Tivemos 88.168 visitantes, segundo ferramenta do Google que mede audiência (Google Analytics). Esse número representa um crescimento superior a 70%, em relação ao mês passado. Olhando para o mesmo período, no ano passado, o crescimento é de 16%.

Também tivemos, nesse mês que passou, 432 novos cevnautas. Outros números que merecem comemoração: Mais de 120 comunidades, com 6.3 mil debates. E uma Biblioteca com mais de 25 mil itens.

É isso. Que venha Março, mês com um Carnaval no meio!

Meu Kindle

Meu KindleChegou o meu Kindle!
Pequeno, leve e com a capacidade de armazenar mais livros do que eu consigo ler.

A tal “tinta digital” impressiona. A leitura é mais que confortável.

Aproveito para encaminhar um post do blog do Nassif sobre Livro Digital…

A hora de apostar no livro digital
Por foo, no Blog do Nassif

Eu acredito muito na importâncio dos livros digitais para promover uma revolução na educação brasileira.

De acordo com o FNDE, em 2009, o governo federal investiu R$ 577,6 milhões na compra de livros didáticos para a educação básica e R$ 97 milhões para as três séries do ensino médio.

O custo para distribuir livros digitais seria significativamente maior, porém, cada livro digital permite o armazenamento de uma biblioteca completa, de até 3.5 mil obras:

  • Clássicos da literatura brasileira, portuguesa, e mundial (obras em domínio público têm custo zero para o Governo!)
  • Obras traduzidas e em idioma original
  • Dicionários (português, inglês, espanhol)
  • Enciclopédias
  • Mapas, documentos históricos
  • Livros didáticos
  • Apostilas

Tudo isso em um aparelho de 240 gramas, que pode acompanhar o aluno durante os 3 anos do Ensino Médio!

Mas a distribução dos livros digitais não se resume a isso.

Trata-se de uma iniciativa para promover a democratização dos meios de informação, que hoje são dominados por 5 ou 6 famílias.

Os livros digitais serão um tiro certeiro contra a velha mídia, que buscou tantas “balas de prata” durante as eleições — e procurarão muitas outras durante os próximos 4 anos.

Os alunos expostos aos livros digitais se tornarão adultos conectados; não terão tanto interesse em assinar jornais e revistas de papel, e estarão menos ligados na TV – pois os livros digitais oferecem acesso à internet.

Enfim: o programa “Um livro digital por aluno” vai além das atribuições do MEC, e pode se tornar um dos pilares da liberdade de expressão, contribuindo para a democratização da mídia – que deverá ser um dos problemas centrais a serem enfrentados pelo próximo governo.

A UFMG e o Segundo Turno

A universidade e o segundo turno das eleições
do site da UFMG

Quanto mais bem informado um voto, melhor para o país. É com esse objetivo que nós, participantes da gestão da UFMG em anos recentes, nos dirigimos à comunidade da Universidade. O momento é de comparação de dois projetos para o Brasil. De um lado, Dilma Rousseff, representando a continuidade do projeto desenvolvido nos últimos anos, e de outro, José Serra, a oposição a esse projeto.

O sistema universitário público federal viveu anos difíceis no governo Fernando Henrique Cardoso. As dificuldades financeiras foram tais que, no segundo semestre de 2003, com o último orçamento da era FHC, a UFMG, pela primeira vez, viu-se obrigada a suspender o pagamento de suas contas de água e energia elétrica. Foi graças à compreensão do governador Aécio Neves que tais contas puderam ser saldadas em 2004, sem cortes no fornecimento.

A partir de 2004, em contraste, o Brasil passa a experimentar a maior expansão de seu sistema federal de educação superior. Universidades foram criadas em várias regiões do país. Muitas universidades já existentes implantaram campi fora das sedes. No caso da UFMG, optou-se pela expansão em Belo Horizonte e no campus de Montes Claros. Outro projeto de enorme alcance e significado para a população brasileira é a Universidade Aberta do Brasil (UAB). Instituições públicas de todo o país participam da UAB com projetos de cursos de graduação a distância, preponderantemente licenciaturas, formando pessoas em suas próprias cidades. A Universidade Aberta, ainda em franco crescimento, já conta hoje com polos presenciais em quase mil cidades do interior do Brasil. A participação da UFMG na UAB ocorre através de quatro cursos de licenciatura, um de bacharelado e quatro cursos de especialização. São 2.548 alunos de graduação e 1.005 alunos de especialização, espalhados em 24 polos presenciais no interior de Minas.

A partir de 2004, em contraste, o Brasil passa a experimentar
a maior expansão de seu sistema federal de educação superior. Universidades foram criadas em várias regiões do país. Muitas universidades já existentes implantaram campi fora das sedes

Cabe enfatizar que todos esses projetos de expansão do sistema federal contaram com a indução do Ministério da Educação, que aporta recursos orçamentários de custeio, investimento e pessoal para viabilizá-los. Mesmo numa estrutura que cresce em velocidade, estando, portanto, sujeita a naturais perturbações, todos os acordos com as universidades do sistema foram sempre cumpridos pelo governo do presidente Lula. Na realidade, muitos acordos foram até aditados pelo MEC, sempre em benefício das instituições participantes, a partir de solicitações dos respectivos reitores.

O ministro Fernando Haddad, inspirador e artífice das políticas do governo Lula para a educação, claramente recusa o conceito de Paulo Renato, ministro de FHC e secretário de Educação do Estado de São Paulo, e anunciado nas propagandas de José Serra, de que ao governo cabe preocupar-se apenas com o ensino básico e tecnológico, deixando o ensino universitário submetido às forças do mercado. O governo Lula estabeleceu, de fato, a educação, em todos os níveis, como prioridade absoluta.

Prioridade no setor público se mede pela destinação de recursos orçamentários. É aí, na questão orçamentária, que a comparação pode ser feita com a maior clareza. Enquanto no governo anterior era comum a presença de reitores em Brasília buscando recursos para cobrir despesas de custeio do dia a dia, no governo atual a preocupação dos gestores deslocou-se para a busca de investimentos e do financiamento da expansão do sistema. Trata-se de uma grande mudança no nível de priorização da educação superior em nosso país. Um bom exemplo é o orçamento da rubrica Outros Custeios e Capital (OCC) da UFMG, que cresceu 86% entre os anos de 2004 e 2010.

A partir de 2004, a UFMG realiza a maior expansão de sua história. Concluímos o Projeto Campus 2000 com a construção da Face e da Escola de Engenharia. Isto não seria possível sem aportes muito significativos do MEC para as duas obras. O Projeto Reuni, ora em execução na UFMG, viabiliza 2.100 novas vagas no Vestibular (aumento de 45%), cerca de 75% das quais em cursos noturnos, favorecendo jovens trabalhadores e utilizando a infraestrutura disponível. Estão sendo contratados cerca de 600 novos professores e 623 servidores técnicos e administrativos em educação, apenas com base na expansão do Reuni. Houve aporte de recursos para a construção de quatro novos prédios, além de reformas e ampliações em vários outros. O Reuni viabiliza ainda a expansão da pós-graduação, laboratórios e bibliotecas. Além disso, a Rádio UFMG Educativa, antigo sonho da comunidade, foi implantada com o apoio decidido do governo Lula; novo aporte, já assinado, permitirá o aumento da potência de transmissão, viabilizando sua sintonia em toda a Grande BH.

Finalmente, mencionamos o apoio à assistência estudantil. A ampliação de 2.100 vagas nos cursos presenciais de graduação, conjugada com medidas de inclusão de estudantes de famílias pobres, ficaria inviabilizada sem a implantação, pelo MEC, do Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes). Ele destinou à UFMG R$6,6 milhões em 2008, R$9,4 milhões em 2009, R$11,5 milhões em 2010, e tem a previsão de R$15,4 milhões em 2011.

Por tudo isso, consideramos essencial evitar o retrocesso e garantir que a universidade pública continue a ser valorizada como política de Estado.

Ronaldo Tadêu Pena. Reitor da UFMG na gestão 2006-2010
Heloisa Murgel Starling. Vice-reitora da UFMG na gestão 2006-2010
Marcos Borato Viana. Vice-reitor da UFMG na gestão 2002-2006

Porque Dilma sim, porque Serra não

Caros,

Encaminho abaixo o manifesto “Porque Dilma sim, porque Serra não” elaborado por professores em funcionários da PUC e Unicamp. Ele, apresentado a seguir, pode ser assinado a partir de 21h de domingo (19/10/2010), no endereço: http:/bit.ly/dilmaouserra.

Reforço que essa não é uma ação e/ou iniciativa oficial do Centro Esportivo Virtual.

Porque Dilma sim, porque Serra não.

Os signatários deste manifesto, ligados à área de educação e de pesquisa, sentem-se no direito e no dever de tornar pública sua opção nestas eleições em favor de Dilma Roussef. São dois estilos de governo e de campanha em disputa.

Nos oito anos do governo Lula, as universidades federais obtiveram autonomia financeira, o governo promoveu uma política de contratação de professores, pesquisadores e outros funcionários efetivos por concursos públicos, aumentou os orçamentos das universidades e criou 214 Institutos Federais Tecnológicos, 13 novas universidades, 60 novos campi nas já existentes, aumentou expressivamente o número de estudantes das universidades federais e o número de bolsas de pós-graduação. E ainda, para o ensino de nível básico, o atual governo federal aprovou no Congresso Nacional o piso nacional de salário para os professores e o Fundo de Educação Básica (FUNDEB).

Serra, no governo de São Paulo, tratou os professores em greve com bomba de gás lacrimogêneo. O campus da USP foi invadido pela polícia, fato que só acontecera durante a ditadura militar. No início de seu mandato, ameaçou a autonomia das Universidades Paulistas ao tentar assumir seu controle financeiro através de decretos, só recuando por causa de intensa mobilização da comunidade. Os 19 institutos de P&D estaduais paulistas, que já tiveram papel de fundamental importância no desenvolvimento do estado, foram sucateados, e vêm perdendo sua importância nos sucessivos governos tucanos com a redução de seus quadros de funcionários e pesquisadores, com os baixos salários e o desmonte de sua infra-estrutura.

Se estes motivos já não bastassem para defendermos o voto na Dilma, outra sorte de motivo se acrescenta. É o teor da campanha realizada pelo candidato do PSDB, de cunho quase fascista, que evita o debate político sobre projetos e programas, que se afirma em boatos vis e de desconstrução de imagens, que apela à irracionalidade, ao medo e a um moralismo tacanho, além de contar com o apoio de uma mídia elitista, conservadora e manipuladora, uma repetição, de forma mais acentuada, do que foram as campanhas contra Lula sempre que foi candidato. Mesmo os que não se alinhem com o governo do PT, e que tenham críticas em relação a sua gestão, o que é legítimo, ponderam sobre o significado destas práticas.

A campanha de Serra é mentirosa quando fala de Dilma, assim como quando fala de si. É o caso da alegação de Serra de que foi o melhor deputado constituinte. Serra votou contra a redução da jornada de trabalho para 40 horas, contra garantias de estabilidade no emprego ao trabalhador, negou seu voto pelo direito de greve (isso explica a forma ditatorial e violenta com que trata o funcionalismo quando recorre à greve), negou seu voto pelo abono de férias de 1/3 do salário, negou seu voto pelo aviso prévio proporcional e mesmo para garantir 30 dias de aviso prévio, negou seu voto pela estabilidade do dirigente sindical, negou seu voto pela garantia do salário mínimo real, votou contra a implantação de Comissão de Fábrica nas indústrias, votou contra o monopólio nacional da distribuição do petróleo. Assim, do ponto de vista dos trabalhadores, a atuação de Serra foi muito ruim; o DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) atribuiu ao tucano a pífia nota de 3,75 em 10.

A forma mais adequada para o embate político é o confronto de opiniões e, principalmente, de práticas. As formas menos adequadas são as das acusações pessoais infundadas, as dos preconceitos, as dos boatos de véspera de eleição. O ato de votar, um ato democrático, dispensa o medo, mau conselheiro e aliado do pesadelo. Sem medo e sem preconceito, podemos avaliar com a razão. Este ato exige, portanto, cabeça e coração, racionalidade e prudência, o apelo à reflexão. É esta reflexão que nos mostra que Serra representa uma ameaça à democracia ao apelar para o medo e para a destruição de seus adversários em uma campanha de contornos fascistas. Além de outros motivos, este nos unifica em torno da candidatura de Dilma Roussef, inclusive aqueles que estavam em outras posições no primeiro turno.

Esse manifesto pode ser assinado a partir de 21h de domingo (19/10/2010), no endereço: http:/bit.ly/dilmaouserra

Blog de cara nova

Mais uma segunda-feira com novidade. Uma pequena novidade.

Os Blogs do CEV ganharam uma nova cara.
Dê uma olhada no antes e depois abaixo:

Novo Blog do CEV: Antes e Depois

O primeiro a mudar foi esse blog aqui. Na quinta-feira passada (1 de abril).
Hoje pela manhã, nessa segunda pós feriado, foi a vez do resto. E bola pro mato que o jogo é de campeonato…

Balanço: Março 2010

E lá se foi o primeiro trimestre do ano.

Março foi bom para o CEV. Tivemos 138.793 visitantes, segundo ferramenta do Google que mede audiência (Google Analytics). Esse número representa um crescimento superior a 70%, em relação ao mês passado. Olhando para o mesmo período, no ano passado, o crescimento é de 84%.

Também tivemos, nesse mês que passou, 695 novos cevnautas. Já são mais de 20 mil e, considerando apenas essa última fase do CEV, que re-começou no final de 2008, quase 10 mil.

Outros números que merecem comemoração: Mais de 100 comunidades. Quase 3 mil debates. Uma Biblioteca com mais de 24 mil itens. Cerca de 1.400 Eventos e 595 Escolas de EF cadastradas.

Em março também ganhamos 3 novos Blogs: Os blogs do casal Victor e Sandra Matsudo, além desse aqui.

Enfim, março foi bom para o CEV. ;-)

Obrigado!!!

Ahhh… aproveito o post para testar um novo layout para os blogs do CEV.
Que tal?

Novo Quem é Quem

Mais uma pequena novidade do CEV.

Toda a área do Quem é Quem foi reformulada.

Na capa, agora temos em destaque os últimos cevnautas a entrarem e atualizarem o perfil, além daqueles que estão sempre por aqui. Além disso, uma nova busca, by Google.

Já na sua página/perfil, além de um novo layout, mais leve, destaque para as Comunidades que participa.

É isso. Criticas, dúvidas e sugestões… por aqui!

Brainstorm…

… ou, “tempestade cerebral”.

Enfim. Abrindo espaço para a discussão/brainstorm/tempestade cerebral sobre uma nova área de Comunidades.

Explico: Depois de reformular a Capa do CEV, lançar a nova (e discreta) área institucional e preparar o novo Quem é Quem (vai ao ar ainda essa semana), começo a reformular toda a área de Comunidades do CEV. Daí, o objetivo desse post. O que vale mudar nas Comunidades do CEV?

Próximo


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