Dona Noêmia passou num armazém do bairro e comprou uma corda daquelas comuns, naturais. Pediu oito metros e pagou baratinho. Chegando na escola, perguntou às crianças se elas queriam brincar de corda. Como sempre, seus alunos se mostraram entusiasmados com isso. Aí ela começou. Pediu ajuda a uma menina que não podia fazer a aula, por estar machucada, para “bater” corda. Disse às crianças que elas podiam ficar à vontade, se quisessem podiam pular, podiam passar correndo sob a corda, podiam entrar sozinhas ou acompanhadas, e assim por diante. Mas no plano de Dona Noêmia, a ideia era ensiná-las a cooperar, a agir juntas, ajudando-se.
Na próxima postagem conto o que ela fez? E vocês, o que fariam?
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