Ontem, finalmente, assisti ao filme “Lula, o filho do Brasil”. Belo filme, ao contrário do que li nas críticas. Conta a saga de um brasileiro, não de um presidente. Mostra até onde pode chegar alguém com boa educação. No caso, a grande educadora foi a mãe de Lula, exemplo de grande mulher brasileira. Nenhuma educação pode ser melhor que aquela praticada pela mãe boa. Essa mãe deveria ser a referência de todos os currículos. Vendo o filme, entendo melhor o preconceito, e até o ódio do pessoal da Casa Grande contra o presidente do Brasil. Afinal, foram educados para ver os de sua classe como os dirigentes, e os da classe do Lula como os serviçais. De repente um pobre metalúrgico nordestino se dá o direito de dirigir. Que negócio é esse? Independentemente de erros e acertos, que as corrupções a gente não deve perdoar, um trabalhador no poder representa grandes mudanças. Lula acertou sempre numa coisa: tem foco. Sabia que, como dirigente metalúrgico deveria atender os trabalhadores. Trabalhador tem que ter casa, emprego e comida na mesa, antes de mais nada. A direita, claro, nunca entendeu isso. A esquerda, em muitos casos, entendeu o trabalhador apenas como meio para chegar à revolução, esquecendo da casa, da comida e do emprego. Assim também penso em relação à Educação Física. Antes de mais nada, temos que dar aulas, que dar aulas boas, que valorizar a aula, o professor e o aluno. A revolução vem depois, ou a revolução é isso.
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não sei se viu esse video prof.
o link é:
http://www.youtube.com/watch?v=m1nePkQAM4w
se não entrara só colocar no you tube –
José Saramago- falsa democracia
abraço.
Por Livia IEE
em 15-03-2010, às 16:46.