Desde que a Organização Mundial de Saúde decidiu que o tema de 2002 do Dia Mundial de Súde fosse “atividade física”, com sede do evento – com presença das autoridades da OMS - no Brasil, é comum encontrar, em documentos internacionais, as expressões em português “Agita São Paulo” e “Agita Mundo”. Muitos países também já adotaram os seus “Agita”, para orgulho do CEV, que tem o Agita São Paulo como parceiro desde 1996. Segue conclamação do Dr. Victor Matsudo para o próximo Dia Mundaial da Atividade Física.
“Estamos nos aproximando da celebração do Dia Mundial da Atividade Física, que como vocês sabem acontecerá ao redor (de 3 a 11) de 6 de Abril, com o tema: Cidades Ativas, Vida Saudável! Oxalá possas organizar uma caminhada real, mas relembramos a idéia da Caminhada Virtual, que poderá ser realizada de três maneiras:
a- Descrição de uma Caminhada: pode ser feita diretamente na página web www.agitamundo.org
b- Disseminação Massiva pela Internet: esse é o objetivo maior! No dia 6 de Abril, ao redor das 10 da manhã, sua instituição, e todas as que tenha baixo sua área de influência, enviarem por internet uma mensagem do Dia Mundial da Atividade Física; em que se solicitará que quem os receba siga enviando por sua vez as suas redes de influencia. Para isso já estamos enviando em anexo o pôster oficial de Agita Mundo 2010 em Português, Inglês e Espanhol, para permitir que sejam enviados as redes internacionais!
c- Inserção da Distancia Percorrida: poderá ser feita na página web www.agitamundo.org incluindo o nome, o país e a distância percorrida por uma pessoa ou por um grupo.
Não se esqueça de fazer o registro de qualquer evento em nosso site www.agitamundo.org o que permitirá que o mesmo seja conhecido por toda a comunidade internacional.
Reconhecemos que sua instituição tem muitas outras formas de poder nos apoiar e por isso fico na espera de uma comunicação sua. Com a esperança de seguirmos lutando por uma sociedade mais ativa, envio um forte abraço.
Juntos seguiremos Agitando ao Mundo!
Victor Matsudo “
Publicado em 15.03.2010.
Por Laércio Elias Pereira
Com muita tristeza comunicamos a partida do Dr. Marcílio Krieger. Desta vez o coração não respondeu bem. O Centro Esportivo Virtual perde um dos seus grandes colaboradores e, certamente, o Direito Desportivo já está sentindo a sua falta. O grande acervo deixado pelo Dr Krieger (mais Tio Totonho e Vó Toinha) nas mensagens das listas de discussão e notas das comunidades são, por si só , uma grande obra que ainda vai ser muito estudada e comemorada. Os livros e feitos, minimizados pela modéstia, podem ser consultados na página do Mestre Marcílio. http://cev.org.br/qq/marciliok/
Publicado em 25.02.2010.
Por Laércio Elias Pereira
A nova etapa do intercâmbio acadêmico entre a Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia e a Universidade de Braunschweg (Alemanha) vai passar na Rádio UFBA. Leia mais detalhes e o endereço da rádio na Comunidade Educação Física na Bahia http://cev.org.br/comunidade/bahia
Publicado em 22.02.2010.
Por Laércio Elias Pereira
Com a fase final prevista para o período de 3 a 6 de junho de 2010 em Brasília, já estão sendo realizadas conferências regionais. O Ministério do Esporte publicou uma página com bastante informação: caractarísticas das etapas, cronograma, documentos de orientação, legislação, cadastro das comissões e histórico das conferências anteriores em http://www.esporte.gov.br/conferencianacional/default.jsp
Publicado em 12.02.2010.
Por Laércio Elias Pereira
A Professora da Escola de Educação Física e Esporte da USP que teve o livro na mira do COB por um tempo, ex-presidente da Associação Brasileira de Psicologia do Esporte, é a entrevistada desta quinta-feira, dia 11 de fevereiro de 2010, às 16 horas, da Phorte-TV-debate. Ela fala sobre a importância do esporte e comenta o episódio do livro. Veja o convite:
Profª Drª Kátia Rubio fala do Esporte como alternativa sócio-educativa.
A PhorteTV convida todos a assistirem ao Programa “PhorteTV Debate” – na próxima quinta-feira, dia 11/3, às 16h. – com a participação da Profª Drª Kátia Rubio.
A atração destina-se a debater assuntos que estejam no foco das atenções, estimulando a participação efetiva do público com opiniões e sugestões para temas polêmicos.
Em pauta, a força do esporte como alternativa de política pública para o desenvolvimento humano, visando a inclusão social. Amparada pela vasta experiência na área de Psicologia do Esporte, Kátia Rubio discorrerá sobre a imperiosa importância da atividade física para o ser humano, traduzida em controle motor, cognição, percepção, aprendizagem e comportamento social.
O programa discutirá ainda o veto do COB (Comitê Olímpico Brasileiro) ao livro publicado pela pesquisadora, “Esporte, Educação e Valores Olímpicos” e o posterior pedido de desculpas à professora por parte da entidade.
A organização solicitou – por meio de ofício judicial – a imediata retirada de circulação da obra em questão. A alegação era de que a autora fez uso indevido do símbolo olímpico (os cinco aros entrelaçados), do termo “olímpico” e da reprodução de fotografias. Para o COB, a pesquisadora da USP usou marcas exclusivas do COI (Comitê Olímpico Internacional) sem a devida autorização.
A grande repercussão que o fato alcançou na imprensa esportiva e no meio acadêmico fez com que o COB voltasse atrás na decisão, retirando assim o processo e desobrigando a autora e sua editora a recolherem os exemplares do mercado.
Kátia Rubio é jornalista e psicóloga. Mestre em Educação Física e Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo, também é Pós-Doutorada em Psicologia Social pela Universidade Autônoma de Barcelona. Atualmente é professora associada da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo, orientadora nos programas de pós-graduação da EEFE-USP e FE-USP. Tem 15 livros acadêmicos escritos e organizados na área de Psicologia do Esporte e Estudos Olímpicos. É membro da Academia Olímpica Brasileira.
O que você acha da atitude do COB? É o que nós queremos saber.
Assista à entrevista com Kátia Rubio no próximo dia 11/02, às 16h, e interaja conosco!
http://www.phortetv.com.br/
Publicado em 9.02.2010.
Por Laércio Elias Pereira
Rio de Janeiro, 5 de feveriro de 2010 – Ofício n. 309/309 / 2010/CAN/alp
“O Comitê Olímpico Brasileiro – COB vem, pelo presente, tendo em vista a obra literária em referência de autoria de V.Sa, e ofício 2887/2009/agr/tcs datado de 15 de janeiro de 2010 que lhe foi endereçado, informar-lhe o seguinte:
1. Primeiramente, cumpre-nos esclarecer que o COB não adotará qualquer medida judicial ou extrajudicial contra V.Sa, seus editores e/ou distribuidores com relação à citação da designação “olímpicos” e do símbolo olímpico no conteúdo do livro emepígrafe…” leia o texto integral do ofício no blog da Profa Katia Rubio <http://blog.cev.org.br/katiarubio/>
bio/”
Publicado em 5.02.2010.
Por Laércio Elias Pereira
Com o título acima e o subtítulo “Pesquisadora da USP foi proibida de usar termo ‘olímpico’ em livro didático”, o jornal Correio do Povo, de Porto Alegre (Ano 115, n.126 de 3/2/2010) publica uma ampla reportagem com trechos da carta de defesa da pesquisadora e é encerrada com: “Irredutível em seu posicionamento, o COB justificou ao CP que o procedimento é normal. ‘Os aros olímpicos são propriedades do Comitê Olímpico Internacional (COI). Cabe aos Comitês Olímpicos Nacionais de todo o mundo a proteção a esta marca’, sustentou. Quanto à designação ‘olímpico’, o COB informou que o termo também é de propriedade do COI, cabendo apenas à entidade liberar ou não a sua utilização.” Acesse a reportagem em http://ligcev.com/lvkatia2
Publicado em 4.02.2010.
Por Laércio Elias Pereira
O professor da Universidade Técnica de Lisboa, Dr. Gustavo Pires, escreve em defesa da Profa Kátia Rúbio no Jornal “O Primeiro de Janeiro” (2/2/2010): “A Família Olímpica” : “… Entretanto, tomamos conhecimento que o Comité Olímpico Brasileiro (COB) quer obrigar uma investigadora da Universidade de São Paulo de seu nome Kátia Rúbio que investiga e publica há vários anos sobre a problemática do Olimpismo, a recolher o seu último livro intitulado ‘Esporte, Educação e Valores Olímpicos’! Tal como cá, os caras lá do Brasil também se julgam proprietários das palavras olímpico, olímpica, olimpíada, Jogos Olímpicos e suas variações…!!!
Leia o artigo completo na biblioteca do CEV: http://cev.org.br/biblioteca/a-familia-olimpica/
Publicado em 2.02.2010.
Por Laércio Elias Pereira
Temos recebido muitos pedidos de informação sobre a censura do COB ao livro da Profa Kátia Rúbio . Pegadinha ou propaganda marota pra vender os livros da Professora? O fato, extraido da carta da profa Kátia que vai transcrita no final desta nota: “Na última quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 tomei contato com um documento do Comitê Olímpico Brasileiro que me informa que devo recolher o livro Esporte, educação e valores olímpicos. Essa notícia além de me surpreender me causou enorme espanto por conta das alegações utilizadas para tal. Conforme o documento “o uso dos termos ‘olímpico’, ‘olímpica’, ‘olimpíada’, ‘Jogos Olímpicos’ e suas variações… são de uso privativo do Comitê Olímpico Brasileiro no território brasileiro.”
Segue a carta na íntegra:
PELO DIREITO OLÍMPICO DE SE ESTUDAR E PESQUISAR ESTUDOS OLÍMPICOS NO BRASIL
Profa. Dra. Katia Rubio
Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo
Desde que ingressei na Universidade de São Paulo como docente fui posta à prova em um processo seletivo, três concursos, além das bancas de mestrado, doutorado e livre docência. Essa é a razão de ser da vida acadêmica. Sem contar na participação dos inúmeros editais que concederam auxílios ou bolsas aos projetos de pesquisa que desenvolvo. Com isso quero dizer que estou acostumada a ser avaliada e julgada de forma quase que ininterrupta há muitos anos.
Penso que aceitei o desafio da vida acadêmica porque fui criada e educada dentro do esporte. Aprendi ao longo da minha vida esportiva que o sucesso é o resultado de um processo que envolve dedicação, disciplina, determinação e que perder e ganhar faz parte do jogo. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar, já cantava Elis. Tive a felicidade de contar com excelentes professores e técnicos que apontavam a todo instante a fundamentação ética dessa atividade, sem necessariamente evocar essas palavras.
Talvez venha daí o meu compromisso como pesquisadora e educadora: tive grandes mestres que adotaram uma pedagogia mimética e me inspiraram a fazer o mesmo.
Quando me dediquei ao estudo, ensino e pesquisa da Psicologia do Esporte e dos Estudos Olímpicos os fiz porque tinha a convicção da importância que esse fenômeno representa para a sociedade. Isso não é nenhuma novidade, uma vez que Thomas Arnold, no século XIX já havia observado essa possibilidade na sociedade inglesa da época e pautando-se nessa convicção fundou a Rugby School. Dessa experiência pedagógica resultou a obra Tom Brown’s Schooldays. Hughes foi aluno de Thomas Arnold na escola de Rugby, marco da institucionalização do esporte nas escolas inglesas, e na obra Tom Brown’s relatou de forma romanesca e apaixonada o cotidiano e as preocupações de uma pedagogia pelo esporte. Essa foi uma das obras que inspirou o Barão Pierre de Coubertin a edificar seu ideário olímpico, tema central dessa manifestação.
O estudo do fenômeno olímpico me inspira de diferentes formas, seja por seus aspectos macro que envolve a história, bem como as questões sociais e filosóficas, até seu âmbito mais específico relacionado basicamente à psicodinâmica do atleta e das equipes esportivas. Entendo que reside na compreensão desse continun – sujeito-sociedade – o sucesso de uma intervenção que não é apenas clínica, mas essencialmente social.
Vejo “milagres” sociais serem operados por meio do esporte, e não apenas o olímpico, mas afirmo que é o esporte olímpico que fornece muitos grandes exemplos para que milhões de crianças desenvolvam o desejo do vir a ser. E é nisso que eu aposto minhas fichas, minha energia de vida e meu vigor acadêmico: no estudo do fenômeno olímpico e em suas reverberações em diferentes indivíduos, sejam eles crianças ou adultos, que se refletirão nos movimentos da sociedade de forma mais ampla.
Essa foi a motivação para realizar os projetos de pesquisa Do atleta à instituição esportiva: o imaginário esportivo brasileiro (2001/14054-8) com auxílio pesquisa FAPESP, A função social da derrota entre atletas medalhistas olímpicos brasileiros com auxílio pesquisa concedido pelo CNPq (403212/2003 – edital 06/2003 – Ciências Humanas), Mulheres Olímpicas Brasileiras (2006/61269-3) com auxílio pesquisa FAPESP e meu pós-doutorado na Universidade Autônoma de Barcelona com bolsa concedida pela FAPESP (2004/05625-0), que como pode ser observado nos títulos dos projetos, abordam de diferentes maneiras o fenômeno olímpico.
Além disso, como sugerem os títulos de meus livros, quase todos eles relatando o resultado de pesquisas, o fenômeno olímpico e esportivo é o motor de minha ação autoral. São eles Esporte, educação e valores olímpicos. São Paulo: Ed. Casa do Psicólogo, 2009. Joaquim Cruz – Estratégias de preparação psicológica: da prática à teoria. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2008. Medalhistas olímpicos brasileiros: memórias, histórias e imaginário. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006. Heróis Olímpicos Brasileiros. São Paulo: Zouk, 2004. RUBIO, K. O atleta e o mito do herói: o imaginário esportivo contemporâneo. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2001.
Além dos livros organizados com colegas dos Estudos Olímpicos, Psicologia do Esporte e Educação Física a seguir: RUBIO, K. (Org.); REPPOLD FILHO, A. (Org.); MALUF, R. M. (Org.); TODT, N. S. (Org.). Ética e compromisso social nos Estudos Olímpicos. Porto Alegre: Editora PUC-RS, 2007. RUBIO, K. (Org.). Educação Olímpica e responsabilidade social. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. RUBIO, K.; ANGELO, L. F. (Orgs). Instrumentos de avaliação em Psicologia do Esporte. São
Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. RUBIO, K. (Org.) Megaeventos esportivos, legado e responsabilidade social. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007. RUBIO, K. (Org.). Psicologia do Esporte: teoria e prática. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. RUBIO, K. (Org.). Psicologia do Esporte aplicada. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003. RUBIO, K. (Org.); CARVALHO, Y. M. (Org.). Educação Física e Ciências Humanas. São Paulo: Hucitec, 2001. RUBIO, K. (Org.). Psicologia do Esporte: interfaces, pesquisa e intervenção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000. RUBIO, K. (Org.). Encontros e desencontros: descobrindo a Psicologia do Esporte. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2000.
Há anos estamos trabalhando na realização de projetos de educação olímpica em consonância com o pensamento de Pierre de Coubertin. Pensei que a realização dos Jogos Olímpicos no Brasil fosse o momento oportuno e privilegiado para multiplicarmos essas ações que já ocorrem dentro de uma perspectiva de educação não-formal e informal. Nós da área acadêmica temos essa estranha mania de ter fé na vida e acreditar em coisas improváveis ou mesmo impossíveis.
Na última quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 tomei contato com um documento do Comitê Olímpico Brasileiro que me informa que devo recolher o livro Esporte, educação e valores olímpicos. Essa notícia além de me surpreender me causou enorme espanto por conta das alegações utilizadas para tal. Conforme o documento “o uso dos termos ‘olímpico’, ‘olímpica’, ‘olimpíada’, ‘Jogos Olímpicos’ e suas variações… são de uso privativo do Comitê Olímpico Brasileiro no território brasileiro.”
Voltamos ao tempo da Inquisição onde apenas os iniciados poderiam fazer parte dos mistérios e os livros e publicações indexados deveriam ser expurgados impingindo aos descuidados o calor das chamas das fogueiras? É sempre bom lembrar que Hitler também fez suas escolhas de obras indexadas e termos permitidos.
O livro Esporte, educação e valores olímpicos foi gestado muito antes do anúncio da candidatura do Rio de Janeiro, uma vez que não tínhamos em nosso país nenhuma obra dedicada aos jovens para tratar do tema Olimpismo. Criei também um guia didático para uso dos professores em sala de aula apontando como usar o material como tema transversal, aproximando assim nossa tão desrespeitada educação física escolar de disciplinas “nobres” como a língua portuguesa, história, geografia, biologia etc.
Como diria Luther King “I have a dream” e continuarei a tê-lo, independente da ação do COB. Meu sonho continua vinculado ao país que tenho e ao país que desejo ter, e como o esporte pode contribuir para essa realização.
Publicar livros é dever de ofício de pesquisadores, principalmente das ciências humanas, e esse último é mais um entre os muitos que ainda pretendo publicar sobre o tema olímpico. Tenho um livro no prelo sobre as Mulheres Olímpicas Brasileiras. Que faço diante disso? Nomeio o inominável ou deixo que pisem as flores de meu jardim como no poema em homenagem a Maiakovsky?
“[...]
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
[...]”
Conto com o apoio de todos aqueles que estudam, pesquisam, ensinam e publicam sobre Olimpismo, Educação olímpica, Valores olímpicos, Ideais olímpicos, Imaginário olímpico, os deuses olímpicos não atletas, os heróis olímpicos de hoje e da Antiguidade para que essa forma de censura não se abata sobre nossas produções, para que prevaleça a liberdade de pesquisa e de expressão e para que o conhecimento possa chegar a toda a sociedade, saindo dos círculos restritos da universidade e contribuindo para uma sociedade mais justa e um país melhor.
Se de alguma forma essa notícia também lhe causa perplexidade escreva para carlos.nuzman@cob.org.br, andre.richer@cob.org.br, presidência@cob.org.br manifestando sua opinião.
São Paulo, 29 de janeiro de 2010
Publicado em 1.02.2010.
Por Laércio Elias Pereira
Desde julho deste ano vimos trabalhando na migração das listas do Centro Esportivo Virtual (270 listas, 44 mil participantes) para comunidades virtuais, realizando uma antiga aspiração de mantermos páginas e comunidades de cevnautas no mesmo servidor. Álvaro Ribeiro e Cláudia Bergo, colaboradores incansáveis do CEV nesses muitos anos (14 em janeiro de 2010), prepararam um artigo sobre as vantagens das novas comunidades.
11 razões para participar de uma comunidade do CEV
Tudo começou no dia 30 de julho de 1996: a primeira mensagem na primeira lista do CEV, a cevefesport. Em 22 de maio de 2009 – quase 13 anos depois – a lista cevefesport virou a comunidade EF-Esporte, a primeira a migrar para esse novo formato. Transformações graduais porém significativas para acompanhar a evolução tecnológica e poder, assim, utilizar ferramentas cada vez mais apropriadas.
Integradas ao portal do CEV, as comunidades oferecem inúmeras vantagens sobre as listas. Participar das comunidades é MAIS seguro, responsável, fácil, organizado, democrático, preciso, solidário, humano, bonito, interativo e legal.
Mais seguro porque a postagem de debates e comentários é reservada às pessoas que se cadastram gratuitamente no quem é quem do CEV e, portanto, protegida por nome de usuário e senha, o que livra os usuários do volume de spam na comunicação por e-mail e reduz a praticamente zero a propagação de vírus.
Mais responsável porque os debates em cada comunidade viram página de fácil acesso e livre consulta na Internet e permitem com mais facilidade o reconhecimento dos respectivos autores.
Mais fácil porque mesmo sem integrar outras comunidades, você pode se inteirar do que andam debatendo acessando as NOVIDADES do CEV que interessam você, ou utilizando gratuitamente a ferramenta RSS do CEV, além de poder rapidamente acessar as comunidades incluindo o endereço delas entre os seus favoritos.
Mais organizado porque os debates são arquivados por tema e, futuramente, por autor; os comentários de cada debate são arquivados em ordem cronológica de publicação.
Mais democrático porque a disponibilização dos debates sob a forma de páginas na Internet, associados aos seus respectivos autores, identificados por fotografias, inclusive, não apenas permite como pode estimular a participação de mais pessoas, democratizando cada vez mais nosso fórum virtual.
Mais preciso porque, com as comunidades integradas ao portal, os debates também são rastreados pelo mecanismo de busca, aumentando suas chances de encontrar a informação que pesquisa com maior precisão e em menor tempo.
Mais solidário porque, a participação dos principais atores do mundo esportivo nos debates aumenta a projeção de seus protagonistas ao mesmo tempo em que proporciona aos outros membros o acesso à informação; a movimentação gerada pelas comunidades agrega valor ao portal, possibilitando a comercialização de espaços publicitários para o aporte financeiro necessário à sua manutenção e operação, ou seja, ao mesmo tempo em que se produz conhecimento, gera-se receita para assegurar a gratuidade de acesso – todo mundo sai ganhando.
Mais humano porque a partir das fotos dos participantes das comunidades, exibidas na primeira página de cada uma delas, e também da foto dos autores em cada debate e comentário, você acessa o Quem é Quem para conhecer melhor seus colegas de debate que são, como você, integrantes de uma rede de pessoas que utilizam computador.
Mais bonito porque as comunidades possuem uma estrutura gráfica simples e limpa porém completa e um agradável padrão visual, que certamente irão evoluir com a participação de todos.
Mais interativo porque você pode “saltar”, “correr” ou mesmo “voar” entre comunidades com facilidade para se informar sobre o que está acontecendo e postar seus comentários, agilizando os debates e, via Quem é Quem, pode deixar mensagens particulares para outros membros e, assim, intensificar seu intercâmbio profissional e acadêmico.
Mais legal porque, no portal, os debates estão protegidos pelos termos da licença da Creative Commons, o que assegura que todo e qualquer material ali veiculado somente poderá ser livremente distribuído para fins não comerciais e que toda e qualquer alteração em seu conteúdo deve contar com a anuência expressa do(s) autor(s).
Não é legal contar com ainda mais segurança jurídica ?
Publicado em 28.12.2009.
Por Laércio Elias Pereira