CEV Novidades

O que tem de novo no Centro Esportivo Virtual

Boletim do Centro de Estudos Olímpicos do COI

O Centro Esportivo Virtual passa a publicar, nessa semana, a versão em português do Boletim do Centro de Estudos Olímpicos do Comitê Olímpico Internacional. O primeiro número pode ser conferido aqui.

Bolsistas de Educação Física protestam no CNPq

Um grupo de bolsistas de produtividade na área de Educação Física enviou manifesto ao CNPq sobre os novos critérios para a concessão das bolsas. Reivindicando mais peso para livros.

Jornal da Ciência, e-mail 3.774, de 02 de Junho de 2009
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=63817

Grupo de bolsistas de produtividade na área de Educação Física envia propostas ao CNPq sobre novos critérios para a concessão das bolsas.

Pesquisadores de área multidisciplinar defendem maior peso para livros e capítulos publicados.

Leia a íntegra da mensagem, recebida pelo JC e-mail nesta terça-feira, dia 2:

“De volta ao passado: o risco de desconsiderar a diversidade.

Essa carta foi escrita tendo em vista a chamada pública do CNPq, solicitando posicionamentos da comunidade científica sobre a proposta de novos critérios para a concessão de bolsas de produtividade.

De início, queremos louvar o esforço do CNPq de rever constantemente os seus critérios de análise, entre os quais os
relativos às bolsas de produtividade em pesquisa. Devemos ainda louvar os esforços promovidos pelos colegas que representam as distintas áreas no CNPq (os Comitês de Área), bem como a disposição da nossa agência de fomento de ouvir a comunidade científica acerca dos critérios estabelecidos.

É acreditando que se trata de uma disposição sincera que escrevemos essa carta, exarando sugestões sobre os critérios
propostos para a área Multidisciplinar de Saúde.

Partimos da própria denominação da área: multidisciplinar.

Cremos que isso significa que se espera que olhares das mais diferentes disciplinas acadêmicas tenham espaço para produzir e
dialogar em torno de um tema específico, saúde, como expresso em sua denominação.

Assim sendo, garantir-se-ia espaços para investigações originárias da fisiologia, biomecânica, bioquímica (disciplinas ligadas ao que se chama comumente de “biomédicas”), mas também para aquelas que estabelecem interface com a história, sociologia, filosofia e pedagogia, tão importantes quanto as outras no que se refere à composição multidisciplinar. Se temos razão nesse argumento, parece-nos óbvio, inclusive, que deve ser contemplada uma ampliação do conceito de saúde, incorporando também as contribuições advindas das ciências humanas e sociais.

Nesse sentido, os critérios relacionados à área Multidisciplinar em Saúde devem contemplar as peculiaridades de produção desse espectro de disciplinas, sem o qual corremos o risco de desconsiderar a diversidade, o que significaria uma volta ao passado, retorno a um tempo já distante em que a saúde era encarada somente do ponto de vista físico e não também a partir de uma perspectiva histórica, que deve ser entendida também enquanto um fato social com muitas interfaces.

Na nossa compreensão, os critérios apresentados pelo CA desconsideram essa diversidade e privilegiam somente um olhar,
notadamente ao supervalorizar uma das dimensões de difusão do conhecimento produzido (os periódicos, exatamente aquela mais afeita às ciências ‘biomédicas’) e desconsiderar outra faceta de fundamental relevância para quem atua no âmbito das ciências humanas e sociais (livros e capítulos de livro, que somente serão considerados como 6º item de desempate).

Sabe-se claramente que nas ciências humanas e sociais, essa é uma das principais dimensões de difusão do conhecimento científico, rivalizando mesmo com a produção em periódicos (basta ver como isso recebe a devida valorização nos critérios das
disciplinas-mãe, expressos pelos respectivos CAs).

Nossa sugestão é que livros e capítulos de livros sejam considerados enquanto critérios, como, aliás, ocorria até então.

Na verdade, quando esperávamos que essa dimensão fosse valorizada, ela foi sumariamente eliminada.

Da mesma forma, nos causa estranheza a necessidade de considerar os indexadores propostos. Por que não considerar o Qualis das diferentes áreas? Por que não ter em conta que, já que se trata de área que contempla estudos desenvolvidos em fronteiras disciplinares, os Qualis de diferentes áreas podem ser considerados (ao menos em seus estratos mais altos, A1 e A2, no que se refere às bolsas 1)?

Além disso, se não valorizamos minimamente periódicos que estão em estratos menores do Qualis, corremos o risco de obliterar o seu desenvolvimento, já que não contarão, a não ser como uma concessão, exatamente com aqueles pesquisadores mais produtivos, e que portanto teriam bom potencial para contribuir com essas iniciativas.

Nossa sugestão é que seja considerado não só o Qualis relativo à Educação Física, como também os das diferentes disciplinas
específicas com as quais dialoga a produção do conhecimento em uma área que se apresenta como multidisciplinar.

Causa estranheza, ainda, a não consideração de orientações de iniciação científica, uma das facetas fundamentais do processo de formação de pesquisadores, entre os critérios apresentados.

Corremos o risco de ter nossos mais produtivos pesquisadores cada vez menos interessados nos jovens, afinal esse só entra como o 10º item de desempate.

Sugerimos que, a exemplo do que ocorria até então, esse seja um critério considerado e valorizado.

A seguir com esses critérios, os bolsistas de produtividade em pesquisa da área Multidisciplinar de Saúde não serão  produtividades em pesquisa, mas sim produtividade em periódicos (já que praticamente se desconsidera outras formas de difusão do conhecimento produzido).

Em função da própria característica da área, considerando inclusive o fato de que haverá comparações entre os pesquisadores, há um risco ainda maior: termos no futuro eliminado do quadro de bolsistas de produtividade todos aqueles que não produzem na lógica das ciências ‘biomédicas’, que pela especificidade produzem mais artigos, em menos tempo e em maior número, do que os que se envolvem com a interface com as ciências humanas e sociais (que em compensação produzem mais livros e capítulos de livro).

Esperamos que o CA e o CNPq revejam esses critérios sugeridos, sob o risco de entrarem para a história como os responsáveis por, ao contribuírem para reduzir a diversidade, levarem a área de volta ao passado, algo verdadeiramente incoerente com o perfil de uma agência que tem dado profundas contribuições para o avanço científico no nosso país.

Assinam a mensagem:

Antônio Jorge Soares - UFRJ/UGF
Adroaldo Gaya - UFRGS
Gisele Schwartz - Unesp
Hugo Lovisolo - Uerj
Juarez Vieira do Nascimento - Ufsc
Katia Rubio - USP
Maria Beatriz Rocha Ferreira - Unicamp
Nelson Carvalho Marcellino - Unimep
Sebastião Votre - UGF
Silvana Vilodre Goellner - UFRGS
Suraya Cristina Darido - Unesp
Vicente Molina Neto - UFRGS
Victor Andrade de Melo - UFRJ
Wagner Wey Moreira – UFPA”

Mais Comunidades: Basquete e Copa 2014

Continua o processo de migração de nossas listas para Comunidades.
Depois da Educação Física e Esporte (ex-efesport, a primeira lista do CEV), foi a vez da ex-cevbasq, que virou a Comunidade Basquete.

E, aproveitando a notícia das 12 cidades escolhidas para a Copa de 2014, foi criada a Comunidade Copa 2014 (puro sangue).

Em tempo, as cidades escolhidas foram…

“Nova” Comunidade: EF-Esporte

Tudo começou no dia 30 de julho de 1996.
Foi a primeira mensagem na primeira lista do CEV: a cevefesport.

Agora a Lista cevefesport vira Comunidade EF-Esporte.  A primeira a migrar para esse novo formato.

Participe: http://cev.org.br/comunidade/ef-esporte/

Nova Comunidade do CEV

O CEV nasceu em uma lista de discussão, em 1996.
No dia 30 de julho comemora 13 anos da primeira mensagem na primeira lista.
Em Março desse ano, as listas do CEV entregaram 2.753.722 mensagens para mais de 30 mil cevnautas.

Hoje, dia 13 de maio de 2009, nasce um novo CEV.
Hoje, as listas que deram origem ao CEV começam a migrar para um novo formato de interação.

Comunidades, onde cada participante tem nome, cara, personalidade e endereço. Totalmente integrado ao Portal do CEV. Mais que isso… cada Comunidade passa a ser um mini-CEV, com Quem é Quem, Biblioteca e, no futuro próximo, Eventos.

Outra vantagem: Privacidade. Chega de spam na sua caixa postal.

Mais uma: Você só participa do que lhe interessa.
Funciona assim. A cada novo Debate, você recebe um alerta em sua caixa postal. Se o debate for de seu interesse, é possível responder (acessando o endereço do Debate) ou simplesmente acompanhar (assinando o Debate). Se o dabate não for de seu interesse, basta ignorar. Nenhuma mensagem sobre aquele debate chegará na sua caixa postal.

Que tal?
Vamos experimentar?

A CEVCafé é a primeira Comunidade Pública, com Tema e Livre, desse novo CEV.
Um ponto de encontro de toda a Comunidade do CEV. Aberta a todos o cevnautas. O tema é Livre.

Fique a vontade!
http://cev.org.br/comunidade/cevcafe/
Abs

Movimento das listas/comunidades do CEV em março de 2009

As listas do CEV entregaram 2.422.167 mensagens em março de 2009.
A maioria gerada pela lista de Legislação Esportiva. O número de participantes, 33.461, tambem é recorde. Listamos abaixo as 50 comunidades mais movimentadas, entre as 232 do Centro Esportivo Virtual hoje.
Bons números.  [continue lendo...]

Sua Foto na Sua Página

Pequena Novidade no CEV: Agora é possível colocar uma foto pessoal na sua página do CEV.

Para isso, basta entrar em http://cev.org.br/meucev/cadastro/foto e seguir as instruções. A foto precisa ser pessoal (preferencialmente, de rosto).  Não são permitidas fotos de grupos, desenhos, logomarcas ou que apresentem conteúdo impróprio.

Universidade do Futebol

Via laercio@…

Cevnautas,
Mais uma conquista do cevnauta de primeira hora (primeiro tocador da lista cevfut), João Paulo Subira Medina. A Cidade do Futebol atingiu a meta que o Medina traçou anos atrás e virou Universidade do Futebol.

Continua o bate-bola com o CEV e, especialmente, a cevfut.
Viva! Laércio

De: Gheorge

O site Cidade do Futebol® (www.cidadedofutebol.com.br) está se transformando na Universidade do Futebol® (www.universidadedofutebol.com.br). Uma transformação que faz parte do processo de crescimento e desenvolvimento deste projeto voltado para a comunidade brasileira e mundial do futebol.

Lançado em 25 de julho de 2003, esta plataforma virtual procura integrar a comunidade do futebol, oferecendo conhecimentos, atrações e oportunidades aos apreciadores e estudiosos desta modalidade esportiva.

Hoje, com mais de cinco anos de existência, o projeto conta com a aprovação de dezenas de milhares de profissionais ligados às diferentes áreas de atuação no futebol, como treinadores, preparadores físicos, nutricionistas, psicólogos, fisiologistas, pesquisadores, professores de educação física e universitários, jornalistas, médicos, fisioterapeutas, advogados, agentes, atletas, profissionais de marketing e administração entre outros. Uma comunidade conquistada graças à seriedade e permanente busca da qualidade em relação ao material selecionado e publicado diariamente.

Em janeiro de 2009 iniciamos uma nova fase deste ambicioso projeto. Novo visual e nova estrutura tecnológica foram criados visando uma comunicação mais amigável e direta com a comunidade, dando suporte aquilo que chamamos de “elementos capacitadores”, ou seja, textos, vídeos, artigos, trabalhos acadêmicos, pesquisas, além de cursos gerais e específicos nas diferentes áreas e especialidades ligadas ao futebol.

Com uma proposta inovadora, apoiada na qualidade da aprendizagem, a Universidade do Futebol® pretende tornar-se uma das referências em capacitação e qualificação de profissionais, nas mais variadas áreas ligadas ao futebol, possibilitando que o internauta transforme-se em aluno e desenvolva seu aprendizado curricular de maneira flexível e agradável.

Enquanto plataforma virtual de aprendizagem, a Universidade do Futebol® está aberta democraticamente a todas as correntes de pensamento e abordagens. Sua proposta metodológica, contudo, se inspira numa prática fundamentada cientificamente que busca superar a visão demasiadamente técnica (tecnicista) e simplista que ainda prevalece no futebol. Considerar a complexidade dos fenômenos que ocorrem na vida e consequentemente no futebol, bem como procurar entender as inter-relações entre todas as áreas do conhecimento em uma perspectiva interdisciplinar e transdisciplinar, por exemplo, são pressupostos básicos da Universidade do Futebol®.

Em sua essência o projeto procura valorizar e explorar aquilo que é a própria essência do futebol brasileiro, ou seja, os seus aspectos lúdicos, artísticos e criativos. E procura fazer isso não apenas através de suas vertentes técnicas, mas também sociológicas, políticas, culturais, psico-sociais e administrativas, considerando suas dimensões de alto rendimento, educação, saúde, lazer e, finalmente, como forma privilegiada de participação e entretenimento.

Outro aspecto fundamental deste projeto é sua proposição de constituir-se em uma “Universidade Aberta do Futebol Brasileiro”, ou seja, aberta a todos que desejarem se desenvolver profissionalmente, independentemente de seu nível acadêmico atual. Evidentemente alguns pré-requisitos mínimos são necessários a um aprendizado sólido e qualificado que deve caracterizar nossos cursos, módulos e aulas. A abertura, entretanto, faz parte de uma proposta de democratização da educação, através de “elementos capacitadores” a serem disponibilizados, muitos deles de forma gratuita.

É com esta ambição que o projeto dá mais este passo buscando, sobretudo contribuir de alguma forma com todos aqueles que frequentam ou pretendem frequentar a Universidade do Futebol. Afinal o crescimento dos seus usuários significa o seu próprio crescimento.

Seja bem-vindo à Universidade do Futebol

Laércio no Juca Entrevista, da ESPN

A gente tarda, mas não falha…
No ar, a já comentada entrevista do Laércio, falando da vida, Educação Física e CEV (dentre outros temas) no Juca Entrevista.

A entrevista foi ao ar dia 12 de fevereiro, às 20h, na ESPN Brasil.

Segue a primeira parte (de 5):

Música e teatro na Educação Física

Música e teatro, primos de primeiro grau, estão distantes da Educação Física.
Já foi diferente. Em 1964, Walter Silva o primeiro DJ do Brasil, organizou vários shows com músicos iniciantes. Um dos primeiros foi com
o patrocínio do “Centro Acadêmico Ruy Barbosa”, da USP, do Presidente Luiz Lorenzetto.

A historia completa está no Blog do Laércio.

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