Pela primeira vez na história, uma Olimpíada no Brasil.
Um privilégio. Uma oportunidade.
Hora de aproveitar. De construiur. De ficar de olho…
No CEV, uma nova Comunidade: Rio 2016
Faça parte! Participe!!!
Publicado em 2.10.2009.
Por Alê Moreno
Temos recebido, através do CEV, insistentes pedidos sobre informações a respeito do Boxe como modalidade esportiva. Reiteramos, com esta nota, o posicionamento do Centro Esportivo Virtual, em consonância com a declaração da Associação Médica Mundial, adotada na 35ª Assembléia realizada na França em 2005, que alerta para os riscos da sua prática e inadequação aos própósitos da prática esportiva saudável, especialmente quando somos responsáveis pela prática de esportes de crianças.
Declaração da Associação Médica Mundial sobre o Boxe
Adotada pela 35ª Assembléia Médica Mundial (Veneza-Itália, out./1983) e revisada pela 170ª Sessão do Conselho (Divonne-les-Bains-França, maio/2005).
O Boxe é um esporte perigoso. Contrariamente à maioria dos outros esportes, ele tem por principal objetivo causar danos corporais ao adversário. O boxe pode provocar a morte e pode causar lesões cerebrais crônicas. Esta é a razão pela qual a Associação Médica Mundial recomenda que a prática do boxe seja proibida.
Até que este objetivo seja atingido, recomenda-se que:
1. As Associações Médicas Nacionais (AMN) encorajem, em seus países, a implantação de um cadastro nacional de boxeadores amadores e profissionais, inclusive “sparrings”, registrando resultados de todas as lutas entre boxeadores habilitados, incluindo nocautes técnicos (TKO), nocautes e outras lesões devidas à prática do boxe, de modo que, além das vitórias e derrotas de cada boxeador, saiba-se as lesões sofridas por eles.
2. As AMS estudem a possibilidade de organizar conferências com membros interessados da comunidade médica, representantes das diferentes comissões governamentais de boxe e representantes de organizações de boxe profissional e amador, com o objetivo de estudar os critérios sobre os quais devem se basear os exames físicos e neurológicos dos boxeadores, determinar outras medidas médicas necessárias à prevenção de lesões cerebrais decorrentes da prática deste esporte e definir critérios específicos que permitam a interrupção de um combate por razões médicas.
3. Todas as jurisdições do boxe assegurem que o médico do ring possa interromper, a qualquer momento, um combate em curso, para examinar um dos adversários e parar uma luta que, segundo ele, poderia provocar lesões graves a um dos combatentes.
4. As jurisdições do boxe organizem frequentemente cursos de treinamento médico dirigidos a todos os membros do pessoal do ring.
5. Tais autoridades não autorizem lutas amadoras ou profissionais caso o local não possua:
a. equipamentos de neurocirurgia apropriados e imediatamente disponíveis para dispensar tratamento de urgência a um boxeador ferido;
b. equipamento de reanimação com oxigênio e tubos endotraqueais apropriados, ao lado do ring e
c. plano completo de evacuação para a remoção de um boxeador gravemente ferido e seu transporte a um hospital.
6. Tais autoridades divulguem que os combates não supervisionados entre boxeadores não federados são práticas extremamente perigosas que podem resultar em lesões graves ou a morte de um dos combatentes, e que devem ser condenadas.
7. Tais autoridades ordenem o uso de equipamentos de segurança como tapetes de segurança de plástico e corners forrados e incentivar o aperfeiçoamento constante dos equipamentos de segurança.
8. Tais autoridades prevejam medidas de segurança também para os sparrings.
9. Tais autoridades atualizem, padronizem e façam cumprir rigorosamente as avaliações médicas para boxeadores.
Documento Original: http://www.wma.net/e/policy/b6.htm
Tradução: Álvaro Ribeiro
Revisão: Cláudia Bergo
Publicado em 12.09.2009.
Por Alê Moreno
Os conselhos federais de representação profissional podem, a partir de agora, participar dos processos de autorização e reconhecimento de cursos de graduação. Foram assinados nesta sexta-feira, 28, termos de colaboração entre a Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação e os presidentes dos conselhos federais de contabilidade, administração,
biomedicina, educação física, química, farmácia, biologia e de engenharia, arquitetura e agronomia.
De acordo com a secretária de educação superior, Maria Paula Dallari, a medida tem o objetivo de co-responsabilizar a sociedade
civil no processo de melhoria da qualidade da educação. “Estamos superando uma cultura marcada por separação entre Estado e
sociedade no que diz respeito a políticas públicas. Agora, a postura é de envolvimento”, enfatizou.
A partir do acordo, representantes dos conselhos serão capacitados para acessar o sistema e-MEC, onde poderão avaliar e opinar sobre a relevância, pertinência e inovação dos cursos, durante o processo de regulação. Segundo Maria Paula, os conselhos também podem contribuir com informações sobre como os egressos de cada instituição se saem no mercado de trabalho.
O diretor de regulação e supervisão da Sesu, Paulo Wollinger, ressaltou que a formação de bons quadros profissionais contribui para o desenvolvimento do país. “Já temos um caminho claro e toda a sociedade tem o desafio de participar, para aprimorar a qualidade da educação”, disse. Hoje, no Brasil, há 26 mil cursos superiores, em que estudam cerca de 6 milhões de alunos.
Letícia Tancredi (Portal MEC, 28/8/2009)
Publicado em 1.09.2009.
Por Alê Moreno
A principal sociedade científica do espoprte, Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte está em campanha pela proposta de criação do Fundo Setorial do Esporte, com a proposta de vincular 10% dos recursos da Lei Agnelo-Piva para ciência e Tecnologia.
COLÉGIO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE / DN
Associado à SBPC – Gestão 2007/2009
COMUNICADO 039/2009/CBCE-DN – 25 de agosto de 2009
Prezados (as) Associados (as),
O CBCE-DN, bem como os participantes do Encontro Nacional de Formadores e Pesquisadores do Programa Esporte e Lazer da Cidade (PELC), realizado em fevereiro último, referendados pelas discussões e avaliação da estrutura e do financiamento da ciência e tecnologia do esporte e lazer e com a intenção de estabelecer bases para o seu desenvolvimento no país, formularam a proposta de criação do Fundo Setorial do Esporte (CT-Esporte), com fonte vinculada a partir de 10% do total dos recursos destinados ao fomento do esporte provenientes do repasse da Lei Agnelo-Piva.
Tal proposta foi apresentada pelo CBCE ao Ministério do Esporte, bem como ao Congresso Nacional – por intermédio do relator da Comissão Especial do
Projeto de Lei 5186/05, que propõe alteração na Lei Pelé e, consequentemente, da própria Lei Agnelo-Piva -, por ocasião da 19 Reunião
Ordinária do Conselho Nacional do Esporte.
Como resultado da mobilização organizada pelo CBCE, a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e a Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados, a partir de uma iniciativa conjunta, estarão promovendo AUDIÊNCIA PÚBLICA com a finalidade de discutir a proposta de criação do FUNDO SETORIAL DO ESPORTE (CT-ESPORTE).
A AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O FUNDO SETORIAL DO ESPORTE (CT-ESPORTE) está agendada para o próximo dia 15 de setembro, às 14:30, no Plenário 13, Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília-DF.
Além dos parlamentares da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática e Comissão de Turismo e Desporto, a audiência contará com a participação dos seguintes convidados:
FERNANDO MASCARENHAS
Presidente do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte
WADSON NATHANIEL RIBEIRO
Secretário-executivo do Ministério do Esporte
RONALDO MOTA
Secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da
Ciência e Tecnologia
WRANA MARIA PANIZZI
Vice-presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico
Julgamos que a criação do Fundo Setorial do Esporte (CT-Esporte) poderá
estabelecer um novo padrão de financiamento para o setor, instituindo um
mecanismo inovador de estímulo ao fortalecimento da ciência e tecnologia do
esporte e lazer no Brasil, com repasses regulares, gestão compartilhada,
planejamento estratégico e transparência pública.
Ao tempo que disponibilizamos à comunidade acadêmica da área de Educação
Física e Ciências do Esporte o MANIFESTO EM DEFESA DO FUNDO SETORIAL DO
ESPORTE, anunciamos que o movimento pela aprovação da proposta
demandará ampla mobilização.
Neste sentido, convidamos estudantes, professores, profissionais, gestores e
pesquisadores da área para participarem da AUDIÊNCIA PÚBLICA DO FUNDO
SETORIAL DO ESPORTE, pois o envolvimento de todos será fundamental.
Para conhecer a proposta do FUNDO SETORIAL DO ESPORTE (CT-ESPORTE), acesse:
http://www.cbce.org.br/br/acontece/materia.asp?id=621.
Direção Nacional do CBCE
COLÉGIO BRASILERIO DE CIÊNCIAS DO ESPORTE / DN
Universidade Federal de Goiás
Faculdade de Educação Física
Goiás/GO – CEP: 74001-970 – Caixa Postal 131
Fone: (62) 3521-1513 – E-mail: cbce@fef.ufg.br
www.cbce.org.br
Publicado em 31.08.2009.
Por Alê Moreno
Hoje comemoramos oficialmente 13 anos de Centro Esportivo Virtual.
30 de julho de 1996 foi o dia da primeira mensagem na primeira lista, criada com a turma de Jornalismo Esportivo do LABJOR, pelo então Engenheiro da Unicamp, José Matheus Pinheiro.
Date: Tue, 30 Jul 1996 17:43:12 -0300 (BSC)
From: Jose Matheus Pinheiro Jr.<pinheiro emxxxx>
To: LAERCIO ELIAS PEREIRA – <laercio em xxxx>
Subject: Re: EFESPORT … criada.
Laercio, boa tarde.
a lista efesport-l ja foi criada.
Saudacoes, Pinheiro.
Tivemos, durante 95 e 96, várias atividades importantes no LABJOR. Atividades que influenciaram bastante o CEV. Por essas atividades, vamos agradecer aos chefes:
- Carlos Vogt, Diretor do LABJOR
- João Tojal, orientador do Doutorado que deu no CEV, que trabalhava também no LABJOR.
- Juca Kfouri, enfrentou todas pra gente fazer do esporte a primeira atividade do Laboratorio de Estudos Avancados em Jornalismo.
Na época, dois professores que agitavam no Curso de Jornalismo Esportivo, Alberto Dines e Mauro Malin, criaram o hoje famoso Observatorio da Imprensa.
As atividades no LABJOR:
Publicado em 30.07.2009.
Por Alê Moreno
Com a autorização da International Play Association, publicamos na biblioteca do CEV a Declaração “O Direito da Criança de Brincar” numa tradução de Alvaro Ribeiro e revisão de Cláudia Bergo. Visite e mande seus comentários.
Publicado em 24.07.2009.
Por Alê Moreno
O Centro Esportivo Virtual passa a publicar, nessa semana, a versão em português do Boletim do Centro de Estudos Olímpicos do Comitê Olímpico Internacional. O primeiro número pode ser conferido aqui.
Publicado em 18.06.2009.
Por Alê Moreno
Um grupo de bolsistas de produtividade na área de Educação Física enviou manifesto ao CNPq sobre os novos critérios para a concessão das bolsas. Reivindicando mais peso para livros.
Jornal da Ciência, e-mail 3.774, de 02 de Junho de 2009
http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=63817
Grupo de bolsistas de produtividade na área de Educação Física envia propostas ao CNPq sobre novos critérios para a concessão das bolsas.
Pesquisadores de área multidisciplinar defendem maior peso para livros e capítulos publicados.
Leia a íntegra da mensagem, recebida pelo JC e-mail nesta terça-feira, dia 2:
“De volta ao passado: o risco de desconsiderar a diversidade.
Essa carta foi escrita tendo em vista a chamada pública do CNPq, solicitando posicionamentos da comunidade científica sobre a proposta de novos critérios para a concessão de bolsas de produtividade.
De início, queremos louvar o esforço do CNPq de rever constantemente os seus critérios de análise, entre os quais os
relativos às bolsas de produtividade em pesquisa. Devemos ainda louvar os esforços promovidos pelos colegas que representam as distintas áreas no CNPq (os Comitês de Área), bem como a disposição da nossa agência de fomento de ouvir a comunidade científica acerca dos critérios estabelecidos.
É acreditando que se trata de uma disposição sincera que escrevemos essa carta, exarando sugestões sobre os critérios
propostos para a área Multidisciplinar de Saúde.
Partimos da própria denominação da área: multidisciplinar.
Cremos que isso significa que se espera que olhares das mais diferentes disciplinas acadêmicas tenham espaço para produzir e
dialogar em torno de um tema específico, saúde, como expresso em sua denominação.
Assim sendo, garantir-se-ia espaços para investigações originárias da fisiologia, biomecânica, bioquímica (disciplinas ligadas ao que se chama comumente de “biomédicas”), mas também para aquelas que estabelecem interface com a história, sociologia, filosofia e pedagogia, tão importantes quanto as outras no que se refere à composição multidisciplinar. Se temos razão nesse argumento, parece-nos óbvio, inclusive, que deve ser contemplada uma ampliação do conceito de saúde, incorporando também as contribuições advindas das ciências humanas e sociais.
Nesse sentido, os critérios relacionados à área Multidisciplinar em Saúde devem contemplar as peculiaridades de produção desse espectro de disciplinas, sem o qual corremos o risco de desconsiderar a diversidade, o que significaria uma volta ao passado, retorno a um tempo já distante em que a saúde era encarada somente do ponto de vista físico e não também a partir de uma perspectiva histórica, que deve ser entendida também enquanto um fato social com muitas interfaces.
Na nossa compreensão, os critérios apresentados pelo CA desconsideram essa diversidade e privilegiam somente um olhar,
notadamente ao supervalorizar uma das dimensões de difusão do conhecimento produzido (os periódicos, exatamente aquela mais afeita às ciências ‘biomédicas’) e desconsiderar outra faceta de fundamental relevância para quem atua no âmbito das ciências humanas e sociais (livros e capítulos de livro, que somente serão considerados como 6º item de desempate).
Sabe-se claramente que nas ciências humanas e sociais, essa é uma das principais dimensões de difusão do conhecimento científico, rivalizando mesmo com a produção em periódicos (basta ver como isso recebe a devida valorização nos critérios das
disciplinas-mãe, expressos pelos respectivos CAs).
Nossa sugestão é que livros e capítulos de livros sejam considerados enquanto critérios, como, aliás, ocorria até então.
Na verdade, quando esperávamos que essa dimensão fosse valorizada, ela foi sumariamente eliminada.
Da mesma forma, nos causa estranheza a necessidade de considerar os indexadores propostos. Por que não considerar o Qualis das diferentes áreas? Por que não ter em conta que, já que se trata de área que contempla estudos desenvolvidos em fronteiras disciplinares, os Qualis de diferentes áreas podem ser considerados (ao menos em seus estratos mais altos, A1 e A2, no que se refere às bolsas 1)?
Além disso, se não valorizamos minimamente periódicos que estão em estratos menores do Qualis, corremos o risco de obliterar o seu desenvolvimento, já que não contarão, a não ser como uma concessão, exatamente com aqueles pesquisadores mais produtivos, e que portanto teriam bom potencial para contribuir com essas iniciativas.
Nossa sugestão é que seja considerado não só o Qualis relativo à Educação Física, como também os das diferentes disciplinas
específicas com as quais dialoga a produção do conhecimento em uma área que se apresenta como multidisciplinar.
Causa estranheza, ainda, a não consideração de orientações de iniciação científica, uma das facetas fundamentais do processo de formação de pesquisadores, entre os critérios apresentados.
Corremos o risco de ter nossos mais produtivos pesquisadores cada vez menos interessados nos jovens, afinal esse só entra como o 10º item de desempate.
Sugerimos que, a exemplo do que ocorria até então, esse seja um critério considerado e valorizado.
A seguir com esses critérios, os bolsistas de produtividade em pesquisa da área Multidisciplinar de Saúde não serão produtividades em pesquisa, mas sim produtividade em periódicos (já que praticamente se desconsidera outras formas de difusão do conhecimento produzido).
Em função da própria característica da área, considerando inclusive o fato de que haverá comparações entre os pesquisadores, há um risco ainda maior: termos no futuro eliminado do quadro de bolsistas de produtividade todos aqueles que não produzem na lógica das ciências ‘biomédicas’, que pela especificidade produzem mais artigos, em menos tempo e em maior número, do que os que se envolvem com a interface com as ciências humanas e sociais (que em compensação produzem mais livros e capítulos de livro).
Esperamos que o CA e o CNPq revejam esses critérios sugeridos, sob o risco de entrarem para a história como os responsáveis por, ao contribuírem para reduzir a diversidade, levarem a área de volta ao passado, algo verdadeiramente incoerente com o perfil de uma agência que tem dado profundas contribuições para o avanço científico no nosso país.
Assinam a mensagem:
Antônio Jorge Soares – UFRJ/UGF
Adroaldo Gaya – UFRGS
Gisele Schwartz – Unesp
Hugo Lovisolo – Uerj
Juarez Vieira do Nascimento – Ufsc
Katia Rubio – USP
Maria Beatriz Rocha Ferreira – Unicamp
Nelson Carvalho Marcellino – Unimep
Sebastião Votre – UGF
Silvana Vilodre Goellner – UFRGS
Suraya Cristina Darido – Unesp
Vicente Molina Neto – UFRGS
Victor Andrade de Melo – UFRJ
Wagner Wey Moreira – UFPA”
Publicado em 3.06.2009.
Por Alê Moreno
Continua o processo de migração de nossas listas para Comunidades.
Depois da Educação Física e Esporte (ex-efesport, a primeira lista do CEV), foi a vez da ex-cevbasq, que virou a Comunidade Basquete.
E, aproveitando a notícia das 12 cidades escolhidas para a Copa de 2014, foi criada a Comunidade Copa 2014 (puro sangue).
Em tempo, as cidades escolhidas foram…
Publicado em 29.05.2009.
Por Alê Moreno
Tudo começou no dia 30 de julho de 1996.
Foi a primeira mensagem na primeira lista do CEV: a cevefesport.
Agora a Lista cevefesport vira Comunidade EF-Esporte. A primeira a migrar para esse novo formato.
Participe: http://cev.org.br/comunidade/ef-esporte/
Publicado em 22.05.2009.
Por Alê Moreno